Se perguntarem a um americano ou a um japonês se gostam das histórias do Astérix, eles ficam com um ponto de interrogação em cima da cabeça. Mas são os únicos habitantes do planeta que não conhecem um dos heróis de BD mais populares de sempre.Da Europa à Oceania, da América Latina às Arábias, o mundo ri com as aventuras cómicas dos gauleses (antepassados dos franceses) no tempo de Júlio César e dos antigos romanos! E a risota dura já há meio século.
É verdade. Foi no dia 29 de Outubro de 1959 (faz este mês 50 anos) que saiu a primeira prancha de Astérix o Gaulês, a história de estreia de Astérix.
Em Portugal, a BD Astérix o Gaulês começou a ser publicada em 1961.
As histórias de Astérix passam-se na Gália, antigo nome da França,
à volta do ano 50 antes de Cristo, no tempo em que esse país (e quase toda a Europa) estava ocupado pelas legiões romanas, menos uma aldeia da Armórica onde moravam Astérix e Obélix. Estes vivem as mais divertidas aventuras através do mundo antigo, dando grandes tareias aos romanos graças à força que lhes é conferida pela poção mágica fabricada por Panoramix. «Estes romanos são loucos», costuma dizer Obélix quando não está a caçar ou a comer javalis.
à volta do ano 50 antes de Cristo, no tempo em que esse país (e quase toda a Europa) estava ocupado pelas legiões romanas, menos uma aldeia da Armórica onde moravam Astérix e Obélix. Estes vivem as mais divertidas aventuras através do mundo antigo, dando grandes tareias aos romanos graças à força que lhes é conferida pela poção mágica fabricada por Panoramix. «Estes romanos são loucos», costuma dizer Obélix quando não está a caçar ou a comer javalis.O mundo de Astérix foi criado pelo guionista René Goscinny e pelo desenhador Albert Uderzo. Após a morte de Goscinny, Uderzo tem inventado e desenhado as histórias. Agora, com 82 anos, anunciou já que as aventuras poderão ser continuadas no futuro por outros autores.
A fama deste herói é tal que foi criado o Parque Astérix, nos arredores de Paris, uma espécie de «disneylândia» dedicada ao mundo dos antigos gauleses tal como o reinventaram Goscinny e Uderzo.
Texto transcrito da revista «Visão Júnior»
Outubro de 2009
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